Sunday, October 22, 2006

 

SORRY, BUT I WIN WITH MY ERRORS

WELL, FINALLY THE PAX SOCRATES IS BROKEN WITH THIS SAD EXAMPLE. IMPOSSIBLE TO MASK IN THE MEDIA THEN HERE HE CAMES, THE PORTUGUESE PRIME MINISTER ADDRESSES THE MPs. AS WE ALL KNOW FOR YEARS TWO THIRDS OF THE PORTUGUESE MEMBERS OF PARLIAMENT SUFFER WITH SOME KIND OF DISABILITY. THAT IS WHY SO MANY MPs HAVE 0% SPREAD ASSOCIATED TO THEIR HOUSE MORTGAGES. OBVIOUS AS IT IS ONE OF THE CONSEQUENCES OF THESE DISABILITIES IS A SERIOUS ABSENTISM. MY BID IS THAT IT WAS A GOOD DAY AND OUR SOCRATES SPOKE IN FRONT OF LESS THAN 50% OF OUR PARLIAMENT. GOODIE, GOODIE. FOR THOSE UNABLE TO READ PORTUGUESE TRY A ONLINE TRANSLATOR LIKE SYSTRANSOFT.COM. ECONOMIA Publicado 22 Outubro 2006 3:36 Erro no Orçamento do Estado duplica ordenado de ministro da Presidência Um erro na proposta de Orçamento do Estado para 2007 levou a uma mais do que duplicação do vencimento do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira. Jornal de Negócios Online negocios@mediafin.pt Um erro na proposta de Orçamento do Estado para 2007 levou a uma mais do que duplicação do vencimento do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira. O erro foi assumido ontem ao DN por um assessor do primeiro-ministro. Segundo Luís Bernardo, na rubrica orçamental que previa o ordenado do ministro foi colocada, isso sim, toda a despesa em ordenados do seu gabinete. O esclarecimento surgiu ontem na sequência de uma manchete do Correio da Manhã ("Ordenados de ministros sobem 6,1 por cento") . Segundo a notícia, o montante global para os vencimentos do primeiro- -ministro e dos seus 16 ministros aumentava 16 por cento face ao Orçamento ainda em vigor (em valores absolutos, passava 967 mil euros para cerca de 1,027 milhões de euros). O problema estava não nos vencimentos de José Sócrates ou da generalidade dos ministros mas sim no Orçamento especificamente atribuído ao ministro Pedro Silva Pereira. Passaria de 57 900 euros para mais de 123 mil, percentualmente um aumento de 112,4 por cento. Foi tal aumento, distribuído em média pelo orçamento geral do Governo para os vencimentos de todos os ministros, que levou o Correio da Manhã a concluir que se estava perante um aumento de 6,1 por cento, conforme o referido na manchete.



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